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Ciume e ciumes: quando a solução se torna o problema

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De acordo com um estudo canadense, o ciúme, ou seja, a sensação de exclusividade do outro que implica antipatia, desconfiança ou hostilidade contra terceiros, vistos como concorrentes potenciais ou reais, está em segundo lugar no ranking das maiores dificuldades entre as situações conjugais. Mas se uma quota moderada de ciúme também pode ser considerada uma forma de amor, além de certo limiar torna-se destruidora para quem a age e quem a sofre: "Com quem está no facebook?", “Estava on-line no whatsapp!” “Fala a verdade que não estava no futebol/com as amigas?", etc. O ciumento(a) faz da sua própria vida e a do parceiro um inferno real. Entre paixão e suspeito, paranoia e posse, inveja e culpa, o ciumento destrói o casal e si mesmo. Tanto é que o ciúme tem dois aspetos que coincidem com as síndromas patológicos, ou seja, ao mesmo tempo, é uma forma de defensa (competição) e de ataque (controlo).  Para encurtar o ciúme, então, e não o deixar “matar-nos” é importante c...

Antropologia do carro e estacionamento rotativo em SMO

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Como já levantei em outras colunas para entender um povo, se pode começar observando três comportamentos. A maneira como: constrói e vive a casa, joga a futebol e usa o carro. Já abordei arquitetura e futebol. Sobre “o carro” como espelho da cultura especifica dessa região, bem nesse momento histórico, apontamos três aspetos: o valor que as pessoas atribuem ao carro; a educação e competência em dirigir, no transito, e o impacto civil no planejamento urbanístico e normativo, ou seja, a questão do estacionamento rotativo. Que o significado e o valor do carro mudou de simples meio de transporte a status-symbol, com todos os seus sentidos sociais e psicológicos, é algo bastante normal em todas as sociedades capitalistas que, continuamente e constantemente, precisam redefinir os seus marcadores classistas de sedução e poder. Não tem muito sentido, portanto, moralizar essa atitude consumista ao carro. Inclusive a maneira exagerada de valoriza-lo depende da rapidez exagerada das mudanç...

Zona Franca e Parla con Deny no sistema WH Comunicação

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Desde o dia 16/08/2014 a coluna ZF sai no Jornal o Líder.  Á coluna se acompanham duas novidades:  1) O programa radio "Parla con Deny", talk program interativo de entretenimento, opinião e aprofundamento da radio 103 FM de São Miguel do Oeste - SC, no ar todas as segundas as 20 horas da noite.  Podem intervir falando ao vivo ao numero 049-3621-0103; pelo meu facebook (Deny Alfano) ou pelo meu whatsapp 049-88955231 Pra quem não conseguisse ouvir ao vivo, encontram-se sempre todos os podcast aqui  Podcast - Parla con Deny - 2) Todas as manhãs, durante o programa Atualidade, passará o "Minuto Parla con Deny", um breve comentário para refletir ...  Todos os "Minuto Parla con Deny" se encontram aqui:  Podcast - Minuto Parla con Deny - Parliamo 

A Arte de mudar - Ciao Folha do Oeste

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Mudança: quantas vezes estamos perante esta palavra em nossas vidas pessoais e profissionais? Quantas vezes adiamos ao infinito as escolhas porque nunca sentimo-nos completamente prontos? Quantas vezes a vida nos surpreende mudando apesar da nossa vontade e programas? Quantos de nós vivem tentando resistir à mudança? Entregar-se a ilusão de derrotar o tempo que passa. Parar o curso dos eventos, controlando os outros ou retirando-se em si mesmos? E por que? Para proteger o próprio ego ou se sentir seguros, reduzindo a dor?  Mas a verdade é que a mudança é inevitável. A vida de todos é feita antes de tudo de mudanças. De perto, a vida diária é um conjunto de processos, que consiste em pensamentos, imaginação, palavras e ações. Esses processos são desenvolvidos em uma constante mudança. Cada processo traz consigo mudanças que pela maioria das vezes permanecem sob o nosso limite de percepção. Normalmente nos reconhecemo-nos mudados apenas quando um processo chega a maturação e...

Da copa as eleições: o jogo da Comunicação.

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Após Brasil-Alemanha botei no meu Facebook uma reflexão pertinente. Seguiram vários comentários. Em particular veio uma longa troca com o Sr. Fernando que criticava, rebatendo as minhas replicas ponto por ponto. Paralelamente recebi alguns mail em privado: “mas quem é esse cara? Como se permite? Teria que calar a boca”. E aí respondi: “pera aí, calma, eu gosto que o Sr. Fernando expresse a sua opinião publicamente. Gosto de quem me critica, argumentando, porque assim me ajuda a refletir. Talvez em alguns pontos ele esteja mais certo do que eu e mudará minha opinião. Talvez o contrarie. Talvez pudermos enxergar, ambos, que o certo está em um novo meio. Em todos os casos podermos ser melhores”. Bem por isso, o Sr. Fernando se torna um amigo; ele dialoga, expondo-se, integrando conhecimento e visões e não, como sugerem os mail, um inimigo pelo fato que pensa diferente. Se prevalecesse a logica rígida do: “é meu amigo quem pensa como eu penso” ou “se o meu amigo pensa assim, tam...

Brasil vs. Alemanha: 1-7 - A seleção das seleções

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Brasil-Alemanha: 1-7. Vexame? Legado? Vergonha? Inexplicável? Mas quem vai assumir este legado? Quem o vexame? Muitas palavras foram já espalhadas sobre o jogo da seleção, algo que toca os corações (e talvez a identidade) de quase a totalidade dos brasileiros. De fato a seleção é o símbolo mais forte de unidade e identidade nacional, acredito mais do que a mesma língua. Mas o que é que aconteceu com essa seleção? Nada que não acontece com todas as outras seleções do País todos os dias. E qual é A PRIMEIRA VERDADEIRA SELEÇÃO DE CADA BRASILEIRO? Prestam atenção! É A PRÓPRIA FAMÍLIA. Que joga na vida na mesma maneira do que a verde-ouro jogou no campo. Nessa linha, o jogo foi um espelho cultural. Aquele "branco" aconteceria com a maioria, ao tomar gol imprevisto da vida (separação, lutos, perdas, doenças, quedas, brigas, sustos, etc.). É preciso reconhecer-se nisso. E o que aconteceu não é inexplicável não, nem é "coisa que acontece" ou "do futebol...

Premio Adjori 2014 como melhor coluna do estado de santa caterina

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Recebendo o Premio como melhor coluna/colunista do Estado de Santa Catarina 2014. Muito Feliz. Uma boa imprensa depende da qualidade dos seus leitores. Agradeço todos os leitores de Zona Franca para os estímulos contínuos ao conhecimento. O objetivo/desejo é ganhar também o ano que vem, o que significaria sempre mais atenção geral em prospetivas diferentes e vontade de conhecimento. Obrigado para todos os leitores. O premio é nosso.  Deny Alfano - Zona Franca - FdO 

Facebookistan e a manipulação das emoções

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Talvez nem todos saibam disso, mas nesses dias se está tendo uma tremenda controvérsia sobre o Facebook e a sua política de conduta, tanto em termos culturais que legais, até chegar ao supremo comité de garantia do Reino Unido. A bomba explodiu quando no dia 28/06, Wired revelou ao mundo de uma experiência conduzida pelo Facebook de manipulação das emoções sem conhecimento dos seus usuários. Os pesquisadores da rede social, entre 11 e 18 fevereiro 2012, intervieram para modificar diretamente, de maneira oculta, o algoritmo que determina o fluxo de notícias sobre o quadro de avisos. Um negocio que afetou cerca de 700 mil usuários. Em termos simples, o Facebook, tem manipulado o fluxo de visibilidade (flowfeeds) mostrando “para-nos” o que queria nos víssemos das publicações dos nossos amigos e escondendo o que não queria fosse visto. Tudo isso para demonstrar que as pessoas que recebem mensagens mais felizes postam mensagens mais felizes ou ao contrario, tristes: estudo, este,...

O jogo dos sentimentos

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Quando a Itália saiu da copa, além de achar que, tendo perdido dois jogos sobre três, a eliminação foi merecida, senti junta á tristeza e decepção naturais, uma quota de alegria para a felicidade dos outros, os uruguaios neste caso. No esporte, assim como na vida, de fato, o nosso sentimento é interdependente e complementar ao dos outros. Os sentimentos são algo diferente das emoções e dos impulsos mais primitivos.  A emoção é uma experiência pessoal, baseada sobre a sensação; é algo básico, individual: raiva, prazer, desconforto. O sentimento, diferentemente, é uma evolução da emoção por meio da ação do pensamento; algo que tem a ver com os outros: a compaixão, o reconhecimento, a gratidão, o amor. Portanto, ser capaz de ter sentimentos não é algo herdado, que se transmite geneticamente, mas é aprendido através da capacidade de reconhecer as emoções e orienta-las cognitivamente, o que ocorre nos primeiros três anos de vida. Quem tem o dever ...

Fred: o embaixador do Brasil

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(Me) parece que o governo está usando essa copa do mundo como cartão da visita e/ou de credito, para um complexo jogo político que tem como clímax, no cenário interno, as eleições e, naquele externo, a credibilidade internacional e a tanto desejada cadeira permanente no conselho de segurança da ONU.  Muitas pessoas acreditam que o sucesso ou não desses alvos vão depender do resultado da seleção no campo, em uma simplista equação: se a seleção ganha, a Dilma ganha.  Disso eu duvido. Mas se a “imprevisibilidade” do povo brasileiro em questões internas é algo tanto ilógico quanto histórico (é só lembrar a eleição do Fernando Collor), o que conta aos olhos do mundo para atribuir credibilidade (e maturidade) ao Brasil vai bem alem do que acontece na quadra, apesar que o jeitinho do Fred na área possa selar definitivamente a (precária) credibilidade de um pais como já aconteceu para a Argentina (lembro que após a “mão de deus” de Maradona no 1986, a Argentina caiu em um...

Historia e historias dos haitianos de smo: casa rosa vs casa branca (confronto)

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A historia de migração do Brasil é bem atípica. De um lado sempre foi um pais onde os mesmos brasileiros saiam para outros países em busca de um "sucesso" maior, ou seja, tendencialmente, brasileiros já bem estantes em busca de realização mais do que brasileiros "desesperados" em busca de uma vida digna. Isso, talvez, por que os extremamente desprovidos, os indigentes e os malandros, de qualquer maneira, podem ter no Brasil uma “vida boa” que, sem trabalhar, em nenhum outro pais do mundo achariam. O gigante, de fato, é o pais das “belezas vigorosas”, dos “presentes abundantes”  e  das “oportunidades expertas”. Sempre se acha um jeito para virar a pior espectro em um convidado á festa. De outro lado sempre foi um pais onde necessitastes, carentes, fugitivos e criminosos entraram em busca de esperança, abrigo e esconderijo. De fato, em uma terra infinita, sem estado e infra-estruturas, se pode fazer qualquer coisa sem cair na obrigação de responder da...

Os haitianos parlam com o Deny - "Casa Rosa"

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A historia de migração do Brasil é bem atípica. De um lado sempre foi um pais onde os mesmos brasileiros saiam para outros países em busca de um "sucesso" maior, ou seja, tendencialmente, brasileiros já bem estantes em busca de realização e não brasileiros "desesperados" em busca de uma vida digna; de outro lado sempre foi um pais onde necessitantes, carentes, fugitivos e criminosos entraram em busca de esperança, abrigo e esconderijo. O fenômeno dos haitianos, assim, é algo de extraordinário, algo de completamente novo, para o que o Brasil ainda não tem definição, habito e, talvez, preparo. Não é simplesmente um fenômeno migratório baseado sobre uma economia com características que o Brasil nunca teve mas também vislumbra e envolve uma complexa questão politica interna e externa. Mas enfim, tudo isso não tem que induzir nos a esquecer que mesmos as complexidades caminham sempre nas pernas de pessoas em carne e ossas. Então vamos começar a conhecer essas ...

O Haiti (não) está aqui

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O Brasil ainda tem no seu DNA histórico cultural marcas de colonização, escravidão, ditadura. Então, sem hipocrisias, como ler o fenômeno complexo dos “haitianos” que desde o 2010 estão chegando no pais e de janeiro em SMO? Quem são os haitianos que moram aqui? Qual é a historia deles? Como chegaram? Como vivem? O que querem? Como foram recebidos? Que relação tem com os outros? Com as mulheres? Com as instituições e o trabalho? Qual é a situação jurídica, sanitária e financeira deles? Que ajudas e que dificuldades estão encontrando? Estão tirando trabalho aos brasileiros ou suprindo a uma escassez de mão de obra? Pegam as coisas “da gente” ou permitem ao mercado imobiliário de não travar a produção e ao financeiro de afastar a inflação? Sendo que acredito fortemente no valor do conhecimento e da comunicação e pouco gosto de preconceitos e fofocas, para responder ás todas essas perguntas, fui nas casas onde moram para conversar diretamente com eles e tirar essas duvidas.  A...

Peperi-Iguçú: apenas uma ponte?

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Após ter lido as 45 paginas do projeto do corredor ferroviário de integração bi-oceânico de Darci Zanotelli que vislumbra o anseio de uma interconexão ferroviária Brasil/Argentina/Chile como eixo de um corredor multimodal de integração do Mercosul, dá para entender como atrás de toda a grande mobilização de instituições, políticos, empresários, etc., desses dias, para a finalização do ponte internacional Peperi-Iguaçú, existe uma ambição filha de uma visão empresarial, politica, social e cultural mastodôntica.  O projeto, em si mesmo, propõe um sistema de transporte multimodal integrado, cujo resultado final será um eixo ferrovial de caminho métrico em toda a sua extensão. Este eixo quer promover uma interconexão entre os Oceanos Atlântico e Pacífico num sentido Leste-Oeste, aproximando em uma mesma latitude, desde os portos do Litoral Sul Atlântico do Brasil, com ramal existente até São Paulo, até o Porto de Mejillones do Sul, no território Norte do Chile, atravessando prov...

Espelho espelho meu ... quem é mais brasileiro do que eu?

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E espelho foi. Na semana passada a palestra, aberta ao publico, da Cdl de SMO “Espelho espelho meu, quem é mais mulher do que eu?”, ministrada pelo escrevente, reuniu mais do que 400 mulheres. Do ponto de vista dos conteúdos, a palestra explicou a razão profunda (social, politica, antropológica e psicológica) de alguns comportamentos gerais e locais que caracterizam as mulheres e a sociedade de hoje. Explicou comportamentos típicos daqui: como a tendência, nas várias casas, em dividir-se em homens de um lado (falando principalmente de futebol e negócios) e mulheres de outro (falando principalmente de casa e filhos mesmo quanto tem trabalhos, cargos e/ou salários superiores aos maridos). Explicou a causa de muitas contradições: do ciúme, mesmo sem amor, que chega a níveis patológicos; do porque os homens preferem se endividar para um carro mais do que investir nas luminárias de casa; explicou por que se protegem uns com os outros quando traem, mas se tornam ferozes quando a mulher ...

A copa das copas

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A Copa do Mundo 2014 vista de um ponto de vista interno não aparece certamente sem sombras.  Até agora foram investidos 40,5 bilhões de reais para a construção de aeroportos, estádios e reforçar o transporte. Assim, esta Copa do Mundo já é a mais cara da história. O governo de Dilma Rousseff tem grandes esperanças nessa Copa porque recebeu promessa de um crescimento econômico garantido e a criação de novos postos de trabalho, cerca de 700 mil, e um aumento do PIB de 0,26 %, ou R$ 9 bilhões. Pena que o investimento inicial foi sustentado apenas pelo mesmo governo. Os privados aprenderam bem a lição a partir da experiência da Copa na África do Sul em 2010 e desta vez investiram muito pouco. Aí as obras dos estádios e de outras construções foram financiadas por patrocinadores privados, que perderam dinheiro dos investimentos porque depois de o evento as construções não conseguiram ser utilizadas. Grandes demais para ser rentáveis. Assim, o 99 % dos custos da organiz...

O direito de ter direito

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Desde que moro no Brasil, a lista de ocorrências para me passar a perna e lucrar dinheiro, mais do que extensa é virtualmente interminável: acordos e contratos não respeitados, palavras não cumpridas, valores aumentados de repente, cobranças absurdas, multas injustas, etc. Tudo por dinheiro. Dinheiro, dinheiro, dinheiro: danado, sujo, imediato. Calculei que em pouco mais de um ano o dinheiro “jogado fora” (perdido? subtraído?) por não ser “experto” com “essas atitudes” para que não estava preparado é mais ou menos de 70 mil reais . De fato, paguei um Mestrado em "jeitinho e malandragem". Em relação a isso, vivi três etapas. Na primeira, que poderíamos chamar de "paranoide", atribuía estes comportamentos diretamente ao fato de ser estranho e estrangeiro, conforme ao cliché de leigo e rico: ou seja, que não sabe, que passa, que vai embora e traz euros. Lembro uma vez em que comprei uma planta para um casal de pacientes. 24 reais o valor exposto na placa, rigo...