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Mostrando postagens com o rótulo Amor bom ou amor ruim

QUANDO O AMOR SE ESGOTA … COMO DAR-SE CONTA E O QUE FAZER

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Alguns casais param para refletir sobre a qualidade do mesmo relacionamento, a fim de descobrir se o amor acabou ou está apenas esperando algo para ser re-aquecido. A dúvida surge por várias razões: alguns traíram; outros não desejam mais o outro; tem quem não sente mais nada por o parceiro; quem se sente cansado do vínculo e gostaria de algo novo na vida. Muitas vezes esses casais já percorreram um boa parte da vida juntos: a maioria têm crianças ou adolescentes;  as idades são criticas para os dois (acerca de 40 anos para a mulher, algo mais para o homem), e aí vem uma reconsideração sobre o que foi feito e sobre o que ainda se gostaria realizar e sobre o que jia não pode mais ser feito. É como se o casal tivesse terminado a sua principal missão: criar os filhos; completar um grande projeto (por exemplo, ter uma casa, o emprego desejado, o crescimento pessoal.); a resolução de uma situação difícil (uma doença, problemas financeiros, conflitos familiares) e portanto nã...

TE AMO, TE ODEIO, TE AMO ...

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Apesar que possa estranhar, de um ponto de vista biológico e psicológico, amor e ódio são dois sentimentos de equivalente interesse cientifico. As duas, mesmo diferentes em primeira instancia, impulsionam a fazer atos irracionais, malvados ou heroicos. Mas como é possível que sentimentos opostos gerem comportamentos parecidos?  Amor e ódio ativam os mesmos circuitos cerebrais, ou seja os dois envolvem, mesmo se de maneira diferente, a mesma área da córtex pré-frontal e duas distintas estruturas da sub-cortex: o putamen e a insula. Mas como vivemos tudo isto? Ou seja, qual a sua psicologia? Temos que partir do entender algo de fundamental: o ódio é o repudio primordial que o nosso “EU” opõe ao mundo externo para proteger-se de fontes de magoas.  De fato o ódio é um estado afetivo profundo: pode ser traduzido como sentimento de aversão, cólera e hostilidade que alguém pode nutrir para o parceiro, outra pessoa ou um grupo social. De fato a reação de ódio (e dest...

Amor liquido-moderno: Juntos toda a vida ou continua troca de relações?

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Amar-se e ficar juntos por toda a vida. No passado, até algumas gerações atrás, não apenas era possível, mas era mesmo norma. Hoje, no entanto, tornou-se uma raridade, uma escolha invejável ou absurda, dependendo dos pontos de vista. Hoje estamos expostos a milhares de tentações e permanecer fieis certamente não é o mais óbvio, mas torna-se uma maneira desubtrair pelo menos os sentimentos à rápida dissipação do consumo. O que leva as pessoas a procurar sempre novas histórias é a necessidade de amar e ser amadas, em uma busca constante de satisfaçâo, sem nunca sentir-se certas de te-lo sidos suficientemente. Esta é a essencia do que hoje se chama de amor liquido: um amor dividido entre o desejo de emoções e o medo do vínculo. Tudo depende das escolhas. É uma questão de escolhas. Algumas mais simples. Outras mais dificieis. Hoje vivemos mais relações ao decorrer da nossa vida. A pergunta certa a fazer-se é a seguinte: é por que temos mais liberdade ou apenas m...