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Mostrando postagens com o rótulo Cultura

É estranho

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Sempre estranhei diante o uso da palavra “estranho”; ou melhor, diante as pessoas que, salomônicamente, comentam a respeito de varias e sortidas situações, comportamentos, fatos ou até mesmo outras pessoas que sejam, proferindo a brilhante e exaustiva locução: “ é estranho ”; “ que coisa estranha ”; “ que situação estranha ”; “ que pessoa estranha ” e assim por diante.  Vocês já pararam para pensar o que significa dizer “ é estranho ”? Qual é o significado iminente da palavra? Qual é a intenção comunicativa de quem está magistralmente esclarecendo algo sentenciando com o uso da palavra “estranho”? O que nós informa sobre ela? Bem a respeito da pessoa que a está usando? Sobre as suas capacidades comunicativas, seus processos de entendimento, suas perspectivas de visões e definição do mundo?  Vamos refletir.  Tem um velho psicólogo, que se chama Jean Piaget, que teorizou o desenvolvimento cognitivo da criança, ou seja como as pessoas evoluem. Segundo ele, o d...

A droga é boa

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DROGA NO PARLA : Este ultimo programa Parla con Deny abordou a questão da droga na nossa região seja de um ponto de vista criminal seja para o quer tem a ver os comportamentos de consumo dos jovens (e menos jovens) e as questões familiares envolvidas. O que fazer e como lidar com esse fenômeno sempre mais crescente e descontrolado. Convido escutar o programa que se encontra no site da WH COMUNICAÇÃO, na pagina do Parla con Deny e no facebook do programa.  DROGA-PAIS E ADOLESCENTES : aproveito para informar em agosto irei fazer um workshop, em SMO e Maravilha, ocado sobre a relação entre pais e adolescentes, visado a entender-se e encontrar-se, com foco também na questão das drogas. Para maiores informações e inscrever-se é só entrar em contato comigo pelo whatsapp (49) 9.8895-5231.  No entanto vamos esclarecer alguns pontos correlacionados com as drogas.  A DROGA É BOA : é importante dar-se conta, sem hipocrisia, que as drogas tem o poder de deixar-se s...

Estrangeiros em smo e no parla: as culturas diferentes

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O ultimo programa parla con deny deu um pouco de polemica. Na mesa do programa participaram alguns estrangeiros que moram em smo; 2 argentinos e um haitianos.  Em escutar as vivências e as considerações a respeito de algumas dificuldades de adaptação e diferenças de hábitos, alguns miguelestinos se sentiram ofendidos, levando sentimentos íntimos de outras pessoas a pessoal.  Mas me permitam lembrar algo chave: para evoluir, ter harmonia e alcançar a paz, social e intima, é preciso minimamente buscar entendimentos de todos os lados.  E de fato, para que este entendimento seja real, é fundamental partir dos fatos.  E o fato que para essas pessoas SMO seja, pelo menos importante, de um ponto de vista pessoal,  e valorizado, de um ponto de vista cultural, fica evidente pelo fato que essas pessoas decidiram morar aqui; e estão morando aqui.  Portanto acredito não seja o caso de ficar ressentidos diante algumas diferenças de estilos de vida ou de...

Dr. Antonio Pichetti e a importancia da memoria

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Sem memória, sem conhecer e reconhecer a nossa história, não podemos responsavelmente governar o nosso futuro e nem sequer perfilhar a nossa identidade.  NÓS, na medida em que podemos dizer “EU”, somos a nossa memória. De fato é bem somente por meio de lembranças, experiências, escolhas e sofrimentos que temos vivido até o nosso presente-agora, que podemos auto definir a nossa identidade, nós reconhecermos, dar-se conta que nós somos nós e não uma outra pessoa. A memória é fundamental para nós colocarmos no nosso tempo.  Nós seres humanos somos como atletas que para saltar pra frente tem que fazer sempre um passo pra trás. Se o atleta (e o homem) não faz esse passo pra trás, não consegue ir pra frente. Sem memória, portanto, não se projeta futuro nenhum.  Isso vale obviamente seja para uma dimensão individual seja por uma coletiva. Se vocês foram pensar, o que sempre fizeram, como primeiros atos de fixação de poder, os regimes absolutistas, territor...

Luta ao cancer- tenis do bem para ganhar contra a vergonha

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Tem algo ainda por do que sofrer: por uma doença, uma traição, um abuso, um luto ou qualquer perturbação evolutiva ou traumática que seja.  Pior do que sofrer, são o medo e a vergonha de sofrer.  Quantas pessoas atingidas por esses sofrimentos acabam fechando-se, evitando relações sociais, fugindo do expor-se, do pedir ajuda, de informar-se para tomar providencia, auto-excluindo-se da sociedade e caindo presos no silencio de si mesmos? Quantos? E quantos familiares? Fugas na e da vergonha por meio de processos de negação ou entorpecimento produzem mais danos e prejuízos do que soluções. Obviamente. E sem subestimar o forte valor etipoatogenico (ou seja em desencadear doenças como causa determinante o correlacionada) que  vergonha, o silencio e o medo tem nas doenças psicossomáticas. E entre essas, a cima de tudo, podemos tranquilamente considerar o câncer.  O câncer é um problema de saúde pública mundial. A Organização Mundial da Saúde (OMS) e a A União ...

COMO TU PODES TER FALTA DE ALGO QUE NUNCA TEVE? -História de um diálogo em transição.

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O Brasil está vivendo uma fase de transição cultural. Significa que os velhos modelos não funcionam mais; para uma boa parte da população esses padrões não são mais atuais e nem sequer reconhecidos como certos. Porem tem inércias e resistências que ainda fazem que estejam perpetrados. Inclusive porque ainda não se consolidaram, e as vezes nem criaram, modelos substitutivos novos. Essa fase da mudança, onde o velho não funciona mais e o novo demora para tomar conta, é geralmente muito perturbadora e sofrida, seja de um ponto de vista social que psicológico: intimo. A maior razão em culturas coletivas onde as pessoas não estão acostumadas a ficar sozinhas, no vazio ou conceber-se como protagonistas ativas de si mesmas e dos próprios contextos, demandando o próprio destino (presente e futuro) aos pais, ao estado ou a Deus.  Essa não é teoria. Essa fase fase de transição brota na pele das pessoas, e as vezes a rasga, todos os dias e em vários campos.  Vou fazer um exemplo...

SER FERRADO

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O Brasil é, e sempre será, uma bolha de um ponto de vista do desenvolvimento económico democrático. A razão é simples: a gerência da riqueza do Pais pertence a uma oligarquia de poderes que a administram como sendo própria, alavancando uma atitude e uma característica do brasileiro que, estrategicamente e politicamente, cuidam que seja continuamente preservadas.  Esse marco cultural geral é: o talento em ser ferrado. O costume/resignação do “Fazer o que?” Veja só.  Para ganhar mais, aproveitando das barreiras comerciais fechadas por meio de impostos e burocracias absurdas, ou seja do apoio politico em ficar fora do livre mercado, os produtores industriais podem permitir-se de colocar no mercado produtos de qualidade baixa, cobrando muito. Sólidos de lógicas monopolistas, podem economizar ao máximo a respeito de matérias primas, ingredientes básicos, etc.; podem explorar a mão de obra que aqui no Brasil é mais barata do que na China. Podem vender qualquer coisa; ...