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Mostrando postagens com o rótulo sexo

Amor e sexo depois dos 50 anos

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A paixão não envelhece; nem sequer o desejo . Na verdade, muitas vezes, depois dos “50”, a sexualidade vive uma segunda juventude. Até os mídia agora mostram sem tabus casais não mais jovens contando de quanto seja gostoso acordar-se juntos com quem você ama. Sexo e amor não têm idade : podemos ficar apaixonados, cortejar, bem como continuar a ter vida sexual bem depois dos 50. Obviamente, o segredo é aceitar as mudanças. De acordo com estudos muito recentes, as mulheres sexualmente mais ativas seriam bem as de 40 e 50, tanto é que aumentam as que buscam parceiros mais jovens para ter mais satisfação. Uma vida sexual satisfatória parece ser o ingrediente chave para manter auto-estima elevada, sentir-se saudáveis e psicologicamente serenos. Não é preciso ter sido muito experientes no passado para viver um caso de amor feliz com mais de cinquenta anos. Nesta nova fase da vida você pode descobrir outras abordagens para a sexualidade, completamente diferentes das do passa...

Ser (brasileiro) e Tempo (virtual)

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Tem um traço brasileiro que sempre impacta dentro de mim, enquanto discrepante diferença cultural respeito a dimensão europeia, pragmática, calvinista ou judaico-crista que seja, que caracteriza o assim chamado “mundo ocidental”. Esse marco é a relação entre identidade e tempo.  Para os “ocidentais”, filhos de Cristo, o presente [2] é um elo de ligação entre o passado [1] (orçamentos, balanços, memória) e o futuro [3] (objetivo, planejamentos, propósitos). O EU é uma função temporal linear [1-2-3!] entre culpa e expiação; declarações e provas, morte e contínuos novos nascimentos. O Deus cívico é o resultado. O principio fundante a concretude no encerro da sequencia. O campo de atuação e desenvolvimento de identidade é o trabalho/mercado.  Já na cultura oriental o tempo não é sequencial mas cíclico [1-2-3-1-2-3-1…]. O EU, no sentido indivíduo, por isso, não existe. O que existe é uma parte dentro o tudo: um EU-ALEM, função do transcendente. Por isso a forte espirituali...

50 tons de mulheres

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Nos últimos 50 anos a mulher está sendo protagonista, às vezes ativa, às vezes passiva, de um processo, tão radical quanto dramático, de transformação da mesma representação de mulher, seja respeito aos valores, espelhos da própria identidade pessoal, seja respeito ao posicionamento de si mesma entre os desafios sociais.  Esses aspetos são os que basicamente medem os comportamentos e as regras, explícitas e implícitas, de relação entre mulheres e homens em campos como família, trabalho, dinheiro e, obviamente, sexo.  Por milhares de anos a mulher foi moldada pelo homem como produto doméstico finalizado à garantia da continuidade da linhagem e do patrimônio através do matrimônio: um artefato cultural e um dispositivo, isto de continuidade social chamado de família, fortalecido das forças convergentes do mercado e da Igreja Católica. Significa que a mulher aprendeu e se acostumou a determinar-se enquanto emanação do homem e, consequentemente, a não ter direito não sim...

Sexo, droga e internet ... violência e comportamentos desviantes

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Não serve fechar os olhos. A nossa sociedade, seja que seja chamada moderna ou post moderna e seja que seja global, geral ou local, é tão caracterizada por fenômenos desviantes que quase nem alarmam mais. Estes comportamentos estão se tornando tão comuns e penetrantes que no caso prevalecesse o traço de cultura brasileira do “fazer o que?” podem tombar rapidamente da resignação a indiferença a alienação, liberando instituições e famílias da responsabilidade educativa e de intervenção. Tanto ...” fazer o que?” ...é normal! Os comportamentos desviantes são mais próximos a gente do que gostaremos nos dar conta. Mas não podemos fechar os olhos não. Me estou referindo a todos aqueles comportamentos que envolvem jovens, menos jovens e quem insiste a acreditar-se jovem não o sendo mais, ou seja: os pequenos crimes, a relação entre transgressão e desvio, a delinquência juvenil, o bullying, as novas formas de relação com as drogas (álcool incluído) e a perda do estigma referente ao seu u...

Ciume e ciumes: quando a solução se torna o problema

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De acordo com um estudo canadense, o ciúme, ou seja, a sensação de exclusividade do outro que implica antipatia, desconfiança ou hostilidade contra terceiros, vistos como concorrentes potenciais ou reais, está em segundo lugar no ranking das maiores dificuldades entre as situações conjugais. Mas se uma quota moderada de ciúme também pode ser considerada uma forma de amor, além de certo limiar torna-se destruidora para quem a age e quem a sofre: "Com quem está no facebook?", “Estava on-line no whatsapp!” “Fala a verdade que não estava no futebol/com as amigas?", etc. O ciumento(a) faz da sua própria vida e a do parceiro um inferno real. Entre paixão e suspeito, paranoia e posse, inveja e culpa, o ciumento destrói o casal e si mesmo. Tanto é que o ciúme tem dois aspetos que coincidem com as síndromas patológicos, ou seja, ao mesmo tempo, é uma forma de defensa (competição) e de ataque (controlo).  Para encurtar o ciúme, então, e não o deixar “matar-nos” é importante c...

Mobilidade urbana: o carro na cidade e na cabeça

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Como já escrevi um dos principais fatores a serem considerados, a fim de entender uma cultura são a maneira de alocar o que espaço (arquitetura, urbanismo, infraestruturas, etc.) e a relação que as pessoas têm com o carro. O que muitas vezes foge é que esses aspectos, cultura, auto e cidade, estão fortemente interligados e interdependentes.  O carro, em particular, determina e domina seja a estrutura da cidade (economia e urbanismo) que a do indivíduo (comportamentos e psicologia). Vamos ver como. As primeiras estradas para fins de mobilidade urbana foram construídas em 1836 na França para uso militar. Mas com a descoberta de petróleo, a consolidação da cadeia de montagem e, especialmente, a Segunda Guerra Mundial, foi decidido concentrar-se na produção do carro.  Por quê?  Simples! Os fabricantes de automóveis e óleo eram os mesmos que produzidas armas e que controlavam, portanto, políticas e governos e que, dando-se conta de que outras guerras clássicas já n...

Informação viral: Facebook, artigos e vídeos caseiros no Web.

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Nesses dias dois tópicos populares tumultuosos levam-me a refletir sobre quanto aqui ainda são grandes os riscos de divulgação na rede. O primeiro é um artigo sobre o Brasil da revista France Football que tem mais de 200.000 partilha no Facebook (veja blog). Para quem não sabe o relatório apresenta-se assim: "12 páginas que resumem o Brasil em todos os seus sentidos". O artigo atira a zero sobre os brasileiros referenciando meticulosamente dados sobre diversas áreas da vida civil e designando um cenário trágico do ponto de vista da falta de cultura de trabalho e educação, da precariedade das infraestruturas (hospitais, estradas, etc.), do conluio entre a enorme corrupção e o crime violento e generalizado e um pais perdido entre protestos, excessos, etc. Alguns dados, tais como a comparação do número de mortes referentes as Copas do Mundo de vários países em vários momentos, até me impressionaram muito do ponto de vista da construção retórica do texto. Enfim, um ataque ...

As Mina pira

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As pessoas podem comportar-se diferentemente do que dizem e até mesmo do que pensam. Muitas vezes sem mesmo perceber. O que determina as ações, de fato, são os valores culturais: forças influentes difíceis de ver claramente, mas que a arte é capaz de antecipar, traduzir e divulgar de forma poderosa. Ler a linguagem da arte é como ir à escola de verdade sobre os comportamentos concretos. Então, o que nos ensina uma matéria importante: a música. Muitos professores enfatizam uma forte axioma dessa cultura: o que importa na vida é fazer festa e fazer festa significa transar e ficar bêbado até se sentir mal. Citamos aqui algumas teorias de ilustres luminares: " Mulher, Mulher Mulher (ideia fixa na música brasileira), melhor que uma mulher só dez mulheres; melhor que dez mulheres só mil mulheres " por Neguinho de BF. “ Abasteci a geladeira, tá lotada de cerveja-cachaça que vai subir de fazer zum zum-o cheiro do amor não vai acabar e tudo o mundo vai pirar e ficar nu ”...