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Mostrando postagens com o rótulo Eleições 2014

Votamos! mas por que(m)?

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Na próxima semana tem eleições. O sistema eleitoral no Brasil obriga as pessoas a irem às urnas, mas a obrigação de participar á democracia é uma expressão da democracia?  Desde que Deodoro da Fonseca, no dia 15 de novembro de 1889, tornou-se o primeiro presidente do Brasil, muitas coisas aconteceram para que se alcançasse a democracia como a conhecemos hoje. Muitos acreditam que a democracia e a república sempre foram deste jeito desde o fim da ditadura militar, ou que todas as democracias do mundo são iguais uns aos outras, mas, nesses 125 anos mudaram vários aspectos no cenário político.  Inicialmente, apenas os homens que sabiam ler e escrever e que possuíam certa renda podiam votar, e no final do século XIX, isto significava menos de 10% da população. Então, em 1930, o direito de voto e a oportunidade de participar na vida política também foram estendidos às mulheres. Desde 1989, praticamente vinte cinco anos atrás, também os analfabetos ganharam o direito de votar...

Da copa as eleições: o jogo da Comunicação.

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Após Brasil-Alemanha botei no meu Facebook uma reflexão pertinente. Seguiram vários comentários. Em particular veio uma longa troca com o Sr. Fernando que criticava, rebatendo as minhas replicas ponto por ponto. Paralelamente recebi alguns mail em privado: “mas quem é esse cara? Como se permite? Teria que calar a boca”. E aí respondi: “pera aí, calma, eu gosto que o Sr. Fernando expresse a sua opinião publicamente. Gosto de quem me critica, argumentando, porque assim me ajuda a refletir. Talvez em alguns pontos ele esteja mais certo do que eu e mudará minha opinião. Talvez o contrarie. Talvez pudermos enxergar, ambos, que o certo está em um novo meio. Em todos os casos podermos ser melhores”. Bem por isso, o Sr. Fernando se torna um amigo; ele dialoga, expondo-se, integrando conhecimento e visões e não, como sugerem os mail, um inimigo pelo fato que pensa diferente. Se prevalecesse a logica rígida do: “é meu amigo quem pensa como eu penso” ou “se o meu amigo pensa assim, tam...

Facebookistan e a manipulação das emoções

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Talvez nem todos saibam disso, mas nesses dias se está tendo uma tremenda controvérsia sobre o Facebook e a sua política de conduta, tanto em termos culturais que legais, até chegar ao supremo comité de garantia do Reino Unido. A bomba explodiu quando no dia 28/06, Wired revelou ao mundo de uma experiência conduzida pelo Facebook de manipulação das emoções sem conhecimento dos seus usuários. Os pesquisadores da rede social, entre 11 e 18 fevereiro 2012, intervieram para modificar diretamente, de maneira oculta, o algoritmo que determina o fluxo de notícias sobre o quadro de avisos. Um negocio que afetou cerca de 700 mil usuários. Em termos simples, o Facebook, tem manipulado o fluxo de visibilidade (flowfeeds) mostrando “para-nos” o que queria nos víssemos das publicações dos nossos amigos e escondendo o que não queria fosse visto. Tudo isso para demonstrar que as pessoas que recebem mensagens mais felizes postam mensagens mais felizes ou ao contrario, tristes: estudo, este,...

Eleições 2014: como é que não vai ganhar assim?

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Premissas: a) a questão é Moldo complexa. Por isso a abordarei de uma forma simples, b) Sou um observador político mas não um partidário. Tenho interesse por pessoas e sociedade: as suas história, desenvolvimento, saúde e destino. Meus raciocínios, portanto, não têm nenhuma finalidade, exceto compreender. Daí a coluna de hoje, que nasce de uma boa conversa entre amigos no churrasco de fim de semana passado em que, com minha grande surpresa, era o único a sustentar uma tese para mim evidente e que hoje reproponho, preto no branco, para futura memória, ou seja: eu acho que a Dilma vai ganhar as próximas eleições, e como que não? Para argumentar esta previsão poderia recorrer a vários raciocínios: político, econômico, sociais, estatísticos e até mesmo histórico. Alguns exemplos? a) as projeções Ibope indicam ela vencedora ainda ao primeiro turno com uma quota de 43 e 47% e os dados de popularidade a colocam entre os presidentes mais populares do mundo (mas não entre os mais ama...