Rumo aos jogos olímpicos - sem alegria
Faltam poucos meses e,pela primeira vez na América do Sul, se acenderá a flama dos jogos olímpicos. E o Brasil, entre protestos, obras dificultosas e Aedes Aegypti, que a OMS definiu emergência sanitária mundial, está em plena crise de identidade. Dilma prometeu que não haverá perigo; porém sugere que as mulheres grávidas não venham para o Brasil. O povo, entre uma festa e outra, terminado às férias de Natal e,obviamente, o sagrado Carnaval, desce na rua. Mas será que os jogos serão mais uma? Qual cenário está nós leva nado lá? Como receber os 10.000 atletas de 200 países diferentes, 20.000 entre jornalistas e fotógrafos, inúmeros voluntários e 500.000 turistas? O ano passado perderam o trabalho 1,5 milhão de pessoas e o 2016 não promete melhoras. O FMI prevê um decréscimo do PIL de mais 3,5%, 3 vezes pior das estimativas de outubro. A situação é muito diferente de antes da copa do mundo de 2014. No 2013 o povo protestava contra o aumento dos transportes, con...