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Mostrando postagens com o rótulo Amor

Querer-se bem - primeiros passos

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É muito simples focar-se sobre os outros: observa-los, critica-los, elogia-los, ajuda-los e assim por diante; até entende-los, as vezes.  Mas muito mais complicado é focar-se sobre si mesmos de maniera honesta e corajosa: olhar-se por dentro e entender-se até chegar ao ponto de aprender a aceitar-se, para depois, finalmente e justamente, aprender ou começar querer-se bem. Isto sim que é difícil. Porque, sem dar-se conta, estamos sempre sujeitos e expostos aos auto-julgamentos: muitas vezes impiedosos.  As frustrações, o sofrimento, o sentimento de inadequação, muitas vezes, mas muitas mesmo, vem e dependem justamente desta rigidez que alimenta e sustenta o julgamento negativo ou perfeccionista a respeito de si mesmos.  Tudo isso leva a uma dramática consequência: a dificuldade ou a impedimento em e para querer-se bem.  De fato, se aprende a querer-se bem a partir da infância.  A maioria das vezes, praticas educativas e comunicativas erradas como o: ...

Para um novo AMOR

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Um novo amor teria sempre que vir de um encontro e não de uma busca. Teria que ser algo de natural e não algo de planejado.  Mas se você não aguenta e/ou precisa, por várias razões, procurar logo esse amor, é importante perguntar-se o que e quem se quer encontrar e porquê.  Nesse caso é bom fazer-se algumas perguntas. As respostas que se sentem dentro de si tem que serem autenticas e honestas para entender porque não se encontra esse amor ou como encontra-lo. Por exemplo, teria que perguntar-se: por que procura um amor? Por que você se sente vazio e triste e busque algo que te preenche ou que te tire da tristeza? Ou procura alguém para salvar para não pensar de salvar si mesmo?  Você pensa que quer dar porque se sente generoso mas, na verdade, não se arrisca em entregar-se?  Quer apenas pegar mas não quer dar?  O que tem disposição a revelar, confessar, escutar, receber e doar; quanto consegue viver o contato e o contrato sem controle emocional, ...

QUANDO O AMOR SE ESGOTA … COMO DAR-SE CONTA E O QUE FAZER

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Alguns casais param para refletir sobre a qualidade do mesmo relacionamento, a fim de descobrir se o amor acabou ou está apenas esperando algo para ser re-aquecido. A dúvida surge por várias razões: alguns traíram; outros não desejam mais o outro; tem quem não sente mais nada por o parceiro; quem se sente cansado do vínculo e gostaria de algo novo na vida. Muitas vezes esses casais já percorreram um boa parte da vida juntos: a maioria têm crianças ou adolescentes;  as idades são criticas para os dois (acerca de 40 anos para a mulher, algo mais para o homem), e aí vem uma reconsideração sobre o que foi feito e sobre o que ainda se gostaria realizar e sobre o que jia não pode mais ser feito. É como se o casal tivesse terminado a sua principal missão: criar os filhos; completar um grande projeto (por exemplo, ter uma casa, o emprego desejado, o crescimento pessoal.); a resolução de uma situação difícil (uma doença, problemas financeiros, conflitos familiares) e portanto nã...

Encerrar não é perder

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A vida é um ciclo amplio que se desdobra por entropia de ciclos minores. Tudo começa. Tudo termina. Nada se cria. Nada se destrói. Tudo flui.  A convergência e o colapso dos dois maiores paradigmas econômicos que governam o mundo, ou seja, o paradigma da produção\acumulo e o paradigma da distribuição\competição, que obviamente se tornaram consequentemente paradigmas e modelos políticos, sociais e psicológicos determinaram uma ideia tanto forte e penetrante quanto errada e danosa: Esta ideia diabólica é que “ TERMINAR ” seja equivalente a PERDER . Não é assim. É obvio. As coisas terminam. Naturalmente; fisiologicamente; traumaticamente. Termina a infância; a adolescência; a esperança; o trabalho; as relações; a sexualidade; o vigor do corpo; etc. Isto é necessário para abrir espaço as outras coisas que podem evoluir, quais: a maturidade; a competência; a confiança; a humildade; os arrependimentos; a intimidade; o valor de si; etc.  O problema é que hoje se ...

TE AMO, TE ODEIO, TE AMO ...

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Apesar que possa estranhar, de um ponto de vista biológico e psicológico, amor e ódio são dois sentimentos de equivalente interesse cientifico. As duas, mesmo diferentes em primeira instancia, impulsionam a fazer atos irracionais, malvados ou heroicos. Mas como é possível que sentimentos opostos gerem comportamentos parecidos?  Amor e ódio ativam os mesmos circuitos cerebrais, ou seja os dois envolvem, mesmo se de maneira diferente, a mesma área da córtex pré-frontal e duas distintas estruturas da sub-cortex: o putamen e a insula. Mas como vivemos tudo isto? Ou seja, qual a sua psicologia? Temos que partir do entender algo de fundamental: o ódio é o repudio primordial que o nosso “EU” opõe ao mundo externo para proteger-se de fontes de magoas.  De fato o ódio é um estado afetivo profundo: pode ser traduzido como sentimento de aversão, cólera e hostilidade que alguém pode nutrir para o parceiro, outra pessoa ou um grupo social. De fato a reação de ódio (e dest...

Escolhe sempre amores errados? é culpa da auto estima

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Você passa a vida perseguindo amores inatingíveis, o famoso "happy end" dos filmes românticos e, também, está convencida que não tem sorte e que está destinada ao que sobrou das amigas, o famoso dedo podre? Bom, então pare e leia essas duas histórias e talvez mudem de ideia. Conquistava os homens para demostrar que valia: Ana conta: " Em 33 anos coletei muitos namorados; não me lembro de todos eles. Sempre o mesmo esquema: Passava os primeiros tempos, dedicando-me totalmente para ganhar o namorado, em todos os sentidos, e quando ele, finalmente, jurava amor eterno, me descobria entediada e insatisfeita e, em breve, procurava um substituto. Eu sempre pensei que as relações não eram pra mim, e por isso me sentia péssima. Quando me dei conta que não conseguia mais lidar sozinha com isso, pedi a ajuda de um psicoterapeuta e graças a este percebi que realmente me considerava uma nulidade, não digna de ser amada. Agia como se tivesse que provar ao mundo que eu era...