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Vir ao mundo não é suficiente para nascer (a relação com os pais)

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Aprendi que não é suficiente vir ao mundo para nascer.  Se nasce quando se encontra o próprio EU. Se evolui quando se aprende a morrer e renascer continuamente. Princípio que vale desde o começo. A partir da relação com os pais. Porque a relação afetiva e o vínculo emocional entre pais e filhos constituem o amor primário. As experiências sentimentais sucessivas, de fato, reproporão esse esquema matriz. O problema é que, frequentemente, já se começa com o passo errado. Muitos filhos vêm, desde o nascimento, cobrados por uma chantagem afetiva e/ou, desde já, usados como banco genético para salvar a própria imagem ou casamento. Isso se enraíza logo sem nem dar-se conta. Quantos filhos aceitam o conceito de: “eu te botei no mundo, então… tu me deves respeito, obediência, etc. Eu mando”. Nada de mais errado. O sentimento mais importante que uma criança tem que desenvolver é a autoconfiança, a qual tem a sua base na aprovação dos pais. O que ocorre somente quando...