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Mostrando postagens com o rótulo Comportamentos

Ciume-demônio da alma

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Tem dois sentimentos, muito baixos, sobre os quais, acredito, é preciso continuamente trabalhar, internamente, e refletir, até mesmo publicamente. São dois sentimentos que afetam e prejudicam muito mais quem os prova do que quem os sofre enquanto alvos. São dois sentimentos que desencadeiam espirais negativas, sombreando as almas e escoriando as relações.   Já dediquei vários programas rádio “Parla com Deny” e inúmeras colunas “Zona Franca” a aprofundar, explicando inclusive de um ponto de vista psicológico, estes sentimentos. Pelo menos conhecendo-os, podem disponibilizar-se ferramentas para libertar-se destes, se quiserem. Estamos falando de dois monstros da alma:   dois sentimentos, espelhos da nossa pobreza interior, que não deixam de serem uma pretensão triste a uma busca de unicidade.  Estamos falando de: inveja e ciúme.  Nestas linhas que me presto a escrever não quero demoniza-los; não irei explica-los e nem sequer condena-los. Ao final são doi...

Amor e sexo depois dos 50 anos

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A paixão não envelhece; nem sequer o desejo . Na verdade, muitas vezes, depois dos “50”, a sexualidade vive uma segunda juventude. Até os mídia agora mostram sem tabus casais não mais jovens contando de quanto seja gostoso acordar-se juntos com quem você ama. Sexo e amor não têm idade : podemos ficar apaixonados, cortejar, bem como continuar a ter vida sexual bem depois dos 50. Obviamente, o segredo é aceitar as mudanças. De acordo com estudos muito recentes, as mulheres sexualmente mais ativas seriam bem as de 40 e 50, tanto é que aumentam as que buscam parceiros mais jovens para ter mais satisfação. Uma vida sexual satisfatória parece ser o ingrediente chave para manter auto-estima elevada, sentir-se saudáveis e psicologicamente serenos. Não é preciso ter sido muito experientes no passado para viver um caso de amor feliz com mais de cinquenta anos. Nesta nova fase da vida você pode descobrir outras abordagens para a sexualidade, completamente diferentes das do passa...

Sexo, droga e internet ... violência e comportamentos desviantes

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Não serve fechar os olhos. A nossa sociedade, seja que seja chamada moderna ou post moderna e seja que seja global, geral ou local, é tão caracterizada por fenômenos desviantes que quase nem alarmam mais. Estes comportamentos estão se tornando tão comuns e penetrantes que no caso prevalecesse o traço de cultura brasileira do “fazer o que?” podem tombar rapidamente da resignação a indiferença a alienação, liberando instituições e famílias da responsabilidade educativa e de intervenção. Tanto ...” fazer o que?” ...é normal! Os comportamentos desviantes são mais próximos a gente do que gostaremos nos dar conta. Mas não podemos fechar os olhos não. Me estou referindo a todos aqueles comportamentos que envolvem jovens, menos jovens e quem insiste a acreditar-se jovem não o sendo mais, ou seja: os pequenos crimes, a relação entre transgressão e desvio, a delinquência juvenil, o bullying, as novas formas de relação com as drogas (álcool incluído) e a perda do estigma referente ao seu u...

A Arte de mudar - Ciao Folha do Oeste

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Mudança: quantas vezes estamos perante esta palavra em nossas vidas pessoais e profissionais? Quantas vezes adiamos ao infinito as escolhas porque nunca sentimo-nos completamente prontos? Quantas vezes a vida nos surpreende mudando apesar da nossa vontade e programas? Quantos de nós vivem tentando resistir à mudança? Entregar-se a ilusão de derrotar o tempo que passa. Parar o curso dos eventos, controlando os outros ou retirando-se em si mesmos? E por que? Para proteger o próprio ego ou se sentir seguros, reduzindo a dor?  Mas a verdade é que a mudança é inevitável. A vida de todos é feita antes de tudo de mudanças. De perto, a vida diária é um conjunto de processos, que consiste em pensamentos, imaginação, palavras e ações. Esses processos são desenvolvidos em uma constante mudança. Cada processo traz consigo mudanças que pela maioria das vezes permanecem sob o nosso limite de percepção. Normalmente nos reconhecemo-nos mudados apenas quando um processo chega a maturação e...

Da copa as eleições: o jogo da Comunicação.

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Após Brasil-Alemanha botei no meu Facebook uma reflexão pertinente. Seguiram vários comentários. Em particular veio uma longa troca com o Sr. Fernando que criticava, rebatendo as minhas replicas ponto por ponto. Paralelamente recebi alguns mail em privado: “mas quem é esse cara? Como se permite? Teria que calar a boca”. E aí respondi: “pera aí, calma, eu gosto que o Sr. Fernando expresse a sua opinião publicamente. Gosto de quem me critica, argumentando, porque assim me ajuda a refletir. Talvez em alguns pontos ele esteja mais certo do que eu e mudará minha opinião. Talvez o contrarie. Talvez pudermos enxergar, ambos, que o certo está em um novo meio. Em todos os casos podermos ser melhores”. Bem por isso, o Sr. Fernando se torna um amigo; ele dialoga, expondo-se, integrando conhecimento e visões e não, como sugerem os mail, um inimigo pelo fato que pensa diferente. Se prevalecesse a logica rígida do: “é meu amigo quem pensa como eu penso” ou “se o meu amigo pensa assim, tam...

Facebookistan e a manipulação das emoções

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Talvez nem todos saibam disso, mas nesses dias se está tendo uma tremenda controvérsia sobre o Facebook e a sua política de conduta, tanto em termos culturais que legais, até chegar ao supremo comité de garantia do Reino Unido. A bomba explodiu quando no dia 28/06, Wired revelou ao mundo de uma experiência conduzida pelo Facebook de manipulação das emoções sem conhecimento dos seus usuários. Os pesquisadores da rede social, entre 11 e 18 fevereiro 2012, intervieram para modificar diretamente, de maneira oculta, o algoritmo que determina o fluxo de notícias sobre o quadro de avisos. Um negocio que afetou cerca de 700 mil usuários. Em termos simples, o Facebook, tem manipulado o fluxo de visibilidade (flowfeeds) mostrando “para-nos” o que queria nos víssemos das publicações dos nossos amigos e escondendo o que não queria fosse visto. Tudo isso para demonstrar que as pessoas que recebem mensagens mais felizes postam mensagens mais felizes ou ao contrario, tristes: estudo, este,...

Espelho espelho meu ... quem é mais brasileiro do que eu?

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E espelho foi. Na semana passada a palestra, aberta ao publico, da Cdl de SMO “Espelho espelho meu, quem é mais mulher do que eu?”, ministrada pelo escrevente, reuniu mais do que 400 mulheres. Do ponto de vista dos conteúdos, a palestra explicou a razão profunda (social, politica, antropológica e psicológica) de alguns comportamentos gerais e locais que caracterizam as mulheres e a sociedade de hoje. Explicou comportamentos típicos daqui: como a tendência, nas várias casas, em dividir-se em homens de um lado (falando principalmente de futebol e negócios) e mulheres de outro (falando principalmente de casa e filhos mesmo quanto tem trabalhos, cargos e/ou salários superiores aos maridos). Explicou a causa de muitas contradições: do ciúme, mesmo sem amor, que chega a níveis patológicos; do porque os homens preferem se endividar para um carro mais do que investir nas luminárias de casa; explicou por que se protegem uns com os outros quando traem, mas se tornam ferozes quando a mulher ...

Mobilidade urbana: o carro na cidade e na cabeça

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Como já escrevi um dos principais fatores a serem considerados, a fim de entender uma cultura são a maneira de alocar o que espaço (arquitetura, urbanismo, infraestruturas, etc.) e a relação que as pessoas têm com o carro. O que muitas vezes foge é que esses aspectos, cultura, auto e cidade, estão fortemente interligados e interdependentes.  O carro, em particular, determina e domina seja a estrutura da cidade (economia e urbanismo) que a do indivíduo (comportamentos e psicologia). Vamos ver como. As primeiras estradas para fins de mobilidade urbana foram construídas em 1836 na França para uso militar. Mas com a descoberta de petróleo, a consolidação da cadeia de montagem e, especialmente, a Segunda Guerra Mundial, foi decidido concentrar-se na produção do carro.  Por quê?  Simples! Os fabricantes de automóveis e óleo eram os mesmos que produzidas armas e que controlavam, portanto, políticas e governos e que, dando-se conta de que outras guerras clássicas já n...

A minha Res-Publica

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Esta é uma reflexão. Não uma crítica. O pretexto decorre do fato de que o serviço público onde, além do consultório, trabalho fechou nessa semana ao meio-dia para que nos funcionários pudéssemos comemorar o aniversário de um colega. Vocês diriam: e daí? O ponto é que, geralmente, o serviço, que repito é público, não fecha neste horário sendo que oferece aos seus utentes o almoço, grande auxilio para eles. Bom, sendo que o valor da troca de ideias me importa muito mais do que ser julgado "chato", declarei a minha perplexidade: "Para mim não está certo! Estamos afetando uma coisa pública, para um propósito particular". As reações me deixaram por um lado surpreso, por outro me induziram a pensar. "Mas imagina, como poderemos se não nos encontrar-nos? À noite, temos outras coisas para fazer. É o único momento em que todos ficamos disponíveis!”; ”É normal, todo mundo faz isso. O prefeito mesmo participa e nunca disse nada"; "Mesmo o cancelamos qua...