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Mostrando postagens com o rótulo sentir-se sozinho

A vida é complicada; ou não ...

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“ É complicado ” é uma maneira de dizer, uma gíria de linguagem, enraizada, que se usa perante inúmeros comuns acontecimentos do dia a dia ou de particulares fases da vida.  Muitos "acham" (e sentem), de fato, que a vida seja "complicada".  Por quê?  Porque se deparam com decepções, frustrações, tédio, perdas, tristezas e até mesmo sofrimentos...e vivem todos estes estados como fossem falimentos a respeito de uma vida ideal, progressiva, perfeita, construída por mitos, muitas vezes erguidos sobre preconceitos ou imagens ideias produzidas pelos medias, e comparações seletivas com casos de pessoas que, sem duvidas, parecem, de uma perspectiva externa e superficial, mais resolvidos e felizes.  Bom, eu "acho" que estes sentimentos (tristezas, perdas, tédio, frustração e até mesmo sofrimentos) fazem parte da vida.  Portanto não "acho" a vida "complicada”: não definiria a vida complicada. Todos estes estados fazem parte da vid...

Crônica, sociedade e sentimentos

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Estupros de menores, mortos por acidentes, violência doméstica, roubalheira escancarada, e assim por diante. Todos os dias as notícias de crônica nos mostram duas realidades das atitudes humanas, quase evocando o terceiro princípio dinâmico da física clássica: de um lado, do que o ser humano tem capacidade a atuar; de outro de como o redor reage. Surpresa? Indiferença? Fascino? Atração? Rejeição? Apatia? Qual é o estado da educação das emoções e dos sentimentos com que nós e os nossos filhos reagimos a tudo isso?  A emoção é uma experiência pessoal, baseada sobre a sensação; é algo básico, individual: raiva, prazer, desconforto. O sentimento, diferentemente, é uma evolução da emoção por meio da ação do pensamento; algo que tem a ver com os outros: a compaixão, o reconhecimento, a gratidão, o amor. Portanto, ser capaz de ter sentimentos não é algo herdado, que se transmite geneticamente, mas é aprendido através da capacidade de reconhecer as emoções e orientá-las co...

A Solidão

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Este artigo é inspirado pela recente divulgação de uma pesquisa da Universidade de Chicago que me deixa perplexo, no mínimo. O estudo foi publicado na edição de dezembro do Journal of Personality and Social Psychology. "As pessoas nas margens têm poucos amigos, e isolamento delas leva a perder os poucos laços restantes ", diz o pesquisador. "Estes efeitos de reforço significam que nosso tecido social, lata briga nas bordas." A tese básica da pesquisa diz que aqueles que se sentem sozinhos no final vem colocado às margens da mesma comunidade, legitimando assim o seu sentimento de solidão em um círculo vicioso sem solução (é bem guardando desta prospetiva que podemos e devemos perceber a importância dos serviços municipais territoriais, tais como os agentes de saúde, que trabalham para garantir que as pessoas não se “perdem” em uma fuga de isolamento ou em uma doença, caindo fora do sistema, que, como vimos, não tem misericórdia, quando tem que defender si mesmo...